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em breve + musicas.....

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Câncer de  mama

 



Se ame,faça exames ,consulte  seu médico ,faça  um grande favor  a você mesma ,
e aos que te amam ,e que não seriam os mesmos sem você...

 

 

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Violência contra a mulher ,imagens da dor :

 

 

 

 

 

 

 

 


 

DENUNCIE!!!!!!!

 

 

 

 

"Nãoagressão,

 dê  Rosas...."

 

 

 

 

 

"Eu queria  amor,

e ele me deu  violência...."

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

  

 

 

 

 

 

Nigeria,angola,benin

 

 

Photo Flipbook Slideshow Maker

 

 

Juntos e felizes nessa  vida, e desejo que pela  Eternidade !

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Simplesmente  foi assim :um dia chorei em teu ombro juvenil .tu  apesar de minhas dificuldades e traumas adquiridos na  vida,simplesmente me olhou dentro de mim ,  viu que eu não era o monstro desajeitado que a maioria  via ,nossa  cumplicidade  se solidificou ,e hoje não suportaria viver mais longe de ti do que já vivo.

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 não tive  a felicidade  de ter ou de  te escolher como  minha pombagira,  mas dou meu  ser com um coração  com todo amor  que um ser  humano  possa  sentir   .

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" Por que meu verso é sempre tão carente
De mutações e variação de temas?
Por que não olho as coisas do presente
Atrás de outras receitas e sistemas?

Por que só escrevo esta monotonia,
Tão incapaz de produzir inventos
Que cada verso quase denuncia
Meu nome e seu lugar de nascimento?

Pois saiba, amor, só escrevo a seu respeito
E sobre o amor - são meus únicos temas,
E assim vou refazendo o que foi feito
Reinventando as palavras do poema.

Como o sol, novo e velho a cada dia,
Meu coração rediz o que dizia.

William Shakespeare - Soneto 76 "

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 Saravá Senhora  !
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 HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

 

Saravá Senhoras,muita força aos que te Amam !!!!

 

 

 

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 :Novo Contador de Bandeiras

 

Nota:

por problemas técnicos o Counter flag  original  quebrou ( e com isso houve perda de todos os que visitaram anteriormente) e

 teve que ser reinstalado.

mesmo assim desde já agradeço as visitas de todos países que me visitaram

 

:

NOVA FOTOS NO ALBUM :  "ELAS,AS FLORES DA ENCRUZILHADA...",Meu Colo Fiel ."

 
 Trono de Pombagira
Saravá

http://thumbs.dreamstime.com/thumb_262/120906208766n1G5.jpg

Com o espraiamento das tradições afro-brasileiras no curso deste século, a intimidade

com personagens do mundo sagrado - agora sobretudo com divindades afro-brasileiras,  mais os espíritos dos mortos - teria se intensificado. De fato, há uma infindável lista de famílias ou classes de entidades sobrenaturais com que fiéis brasileiros podem estabelecer relações religiosas e mágicas e contatos personalizados, especialmente através de cerimônias em que essas entidades se apresentam através do transe de incorporação: os caboclos, pretos-velhos, ciganos, príncipes, marinheiros, guias de luz, espíritos das trevas, encantados, além dos orixás e voduns.


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Pombagira, cultuada nos candomblés e umbandas, é um desses personagens muito populares no Brasil. Sua origem está nos candomblés, em que seu culto se constituiu a partir de entrecruzamentos de tradições africanas e européias. Pombagira é considerada um Exu feminino. Exu, na tradição dos candomblés de origem predominantemente iorubá (ritos Ketu, Efan, Nagô pernambucano) é o orixá mensageiro entre os homens e o mundo de todos os orixás. Os orixás são divindades identificadas com elementos da natureza (o mar, a água dos rios, o trovão, o arco-íris, o fogo, as tempestades, as folhas etc.) Assim como Oxalá, o maior dos orixás, divindade da criação, Iemanjá, a Grande Mãe dos orixás e dos brasileiros.

   E Exu, o orixá  brincalhao,que deve ser sempre homenageado em primeiro lugar, o orixá fálico, que gosta de confundir os homens.

Na língua ritual dos candomblés angola (de tradição banto), o nome de Exu é Bongbogirá. Certamente Pombagira é uma corruptela de Bongbogirá,ou Pambu Njila , e esse nome acabou por se restringir à qualidade feminina de Exu ,nas   tradições religiosas afro-brasileiras, Pombagira faz parte do panteão de entidades que trabalham na "esquerda", isto é, que podem ser invocadas para "trabalhar  o bem e  para o mal", em contraste com aquelas  entidades da "direita", que só seriam invocadas em nome do "bem" .

Dona Pombagira, que tem um lugar muito especial nas religiões afro-brasileiras, pode também ser encontrada nos espaços não religiosos da cultura brasileira: nas novelas de televisão, no cinema, na música popular,

nas conversas do dia-a-dia. 

Pombagira é o espírito de uma mulher (e não o orixá) que em vida teria sido uma  cortesã,  capaz de dominar os homens por suas proezas sexuais, amante do luxo, do dinheiro, e de toda sorte de prazeres.

No Brasil, sobretudo entre as populações pobres urbanas, é comum apelar a Pombagira para a solução de problemas relacionados a fracassos e desejos da vida amorosa e da sexualidade, além de inúmeros outros que envolvem situações de aflição. 





Estudar os cultos da Pombagira permite-nos entender algo das aspirações  e frustrações de largas parcelas da população que estão muito distantes de um código de ética e moralidade embasado em valores da tradição ocidental cristã. Pois para Dona Pombagira qualquer desejo pode ser atendido: não há limites para a fantasia humana.

Embora conserve do candomblé a veneração dos orixás,  muitas casas desenvolveram e sistematizaram  o culto a Pombagira como entidade dotada de identidade própria, é uma religião centrada  tambem  no culto dos caboclos e pretos-velhos, além de outras entidades. Embora o candomblé não faça distinção entre o bem e o mal, no sentido judaico-cristão, uma vez que o seu sistema de moralidade baseia-se na relação estrita entre homem e orixá, relação esta de caráter propiciatório e sacrificial, e não entre os homens como uma comunidade em que o bem do indivíduo está inscrito no bem coletivo,  preservou o bem e o mal como dois campos legítimos de atuação, mas tratou logo de os separar em departamentos estanques. se dividindo numa linha da direita, voltada para a prática do bem e que trata com entidades "desenvolvidas", e numa linha da "esquerda", a parte que pode trabalhar para o "mal", também chamada quimbanda.

O lado da esquerda é povoado pelos Exus e Pombagiras, basicamente . Ambos falam palavrão e dão estrepitosas gargalhadas. Chegam pela meia-noite, os Exus com suas mãos em garras e seus pés feito cascos,  as Pombagiras com seus trajes  nas cores vermelho e preto, sua rosa vermelha nos longos cabelos negros, seu jeito de mulher  livre emancipada, vez por outra é a grande dama, fina e requintada, mas sempre dama da noite. Nas religiões afro-brasileiras, todo o cerimonial é cantado ao som dos atabaques, e quase todo também dançando. As cantigas dos candomblés e os pontos-cantados da umbanda são instrumentos de identidade das entidades. Assim, canta-se para Pombagira quando ela chega incorporada:

----------------------------------

De vermelho e negro

Vestida na noite o mistério traz

Ela é moça bonita

Oi, girando, girando, girando lá

-----------------------------------------

Se, por vezes, tanto Exus como Pombagiras podem vir muito elegantes e amigáveis, serão, entretanto, confiáveis e desinteressados. Todo o mundo tem medo de Exu e Pombagira, ou pelo menos diz que tem. Exus e Pombagiras fazem questão de demonstrar o quanto eles prezam aqueles que os procuram.


 Lembrando que as giras (sessões rituais de transe com canto e dança) são organizadas separadamente para entidades da "direita" e da "esquerda". 



                                    II: Pomba-gira no universo dos Exus e dos eguns

Antes de mais nada, Pombagira é um Exu, ou melhor, um Exu-mulher, como ela mesma gosta de ser chamada. Como Exu, ela compõe um riquíssimo e muito variado panteão de diabos, em que ela não somente aparece como um dos Exus, mas é também casada com pelo menos um deles. Nessa concepção , Exu é um espírito de alguem que morreu,mutas vezes de maneira tragica 

 De Pombagira se diz ser mulher  a  morar no inferno e nas encruzilhadas, como esclarecem suas cantigas:

A porta do inferno estremeceu

O povo corre pra ver quem é

Eu vi uma gargalhada na encruza

É Pombagira, a mulher do Lucifer 

(pesquisa de campo)


Ela é mulher de sete Exu

Ela é PombaGira Rainha

Ela é Rainha das Encruzilhadas

Ela é mulher de sete Exu


o culto da Pombagira segue de perto o culto dos orixás, assentado em mitos e tradições de origem presumidamente africana, não existindo praticamente nada escrito sobre Pombagira. 

entretanto, dispõe de vasta bibliografia também sobre Pombagira. Essa literatura desenvolve primariamente a idéia de um panteão sincrético dos Exus, dos quais Pombagira é uma mulher emancipada  e livre de preconceitos ,algo  como uma pre-feminista , e oferece minuciosos preceitos rituais. Discos também são disponíveis com os pontos-cantados.

Segundo essa literatura, a entidade suprema da "esquerda" é o  maioral , ou  Lucifer 

 , que só incorpora raramente. Ele tem como generais: Exu Marabô , Exu Mangueira , Exu- Belzebu, Exu Rei das Sete Encruzilhadas , Exu Tranca Ruas , Exu Veludo athana, Exu Tiriri , Exu dos Rios, Exu Calunga, Exu Ventania, Exu Quebra Galho, Exu das Sete Cruzes , Exu Tronqueira ou diabo , Exu das Sete Poeiras, Exu Gira , Exu das Matas ,Exu das Pedras , Exu dos Cemitérios , Exu Morcego , Exu das Sete Portas , Exu da Pedra Negra , Exu da Capa Preta , Exu Marabá , e o nosso Exu-Mulher, Exu Pombagira, simplesmente Pombagira

. Mas há também os Exus que trabalham sob as ordens do orixá Omulu, o senhor dos cemitérios, e seus ajudantes Exu Caveira Exu da Meia-Noite , cujos nomes mais conhecidos são Exu Tata Caveira Exu Brasa  Exu Mirim  Exu Pemba  e Exu Pagão .

Cada Exu tem características próprias, cantigas e pontos-riscados (desenhos feitos a giz com os elementos simbólicos da entidade). Cada um cuida de determinadas tarefas, sendo grande e complexa a divisão de trabalho entre eles. 

Pombagira trata dos casos de amor, protege as mulheres que a procuram, é capaz de propiciar

qualquer tipo de união amorosa e sexual.


As hierarquias e ordens dos Exus são assim  consideradas:

Na prática dos terreiros, o Exu mais importante é o Exu do fundador ou do chefe do terreiro, ao qual se subordinam os Exus dos filhos-de- terreiro, sendo permitido a cada iniciado ter mais de um Exu. Nos candomblés da nação onde eles sao aceitos   e na maioria dos terreiros de umbanda, o iniciado tem um Exu masculino e uma Pombagira, além do orixá principal, orixá secundário (juntó), caboclo etc. Nessas modalidades religiosa, o mesmo iniciado pode entrar em transe de diferentes entidades. Uma gira de umbanda muito se assemelha a um grande palco do Brasil, povoado por tipos populares das mais diferentes origens.

Todos os Exus são donos das encruzilhadas, onde devem ser depositadas as oferendas que lhes são dadas. Mas, dependendo da forma e da localização da encruzilhada, ela pode pertencer a este ou àquele Exu. T

Pombagira é singular ,mas é também plural. Elas são muitas, cada qual com nome, aparência, preferências, símbolos e cantigas particulares. Entre dezenas centenas e milhares , as Pombagiras mais conhecidas são: Pombagira Rainha, Maria Padilha, Pombagira Sete Saias, Maria Molambo, PombaGira da Calunga, Pombagira Cigana,

Pombagira do Cruzeiro, Pombagira Cigana dos Sete Cruzeiros, Pombagira das Almas, Pombagira Maria Quitéria,

Pombagira Dama da Noite, Pombagira Menina, Pombagira Mirongueira e Pombagira Menina da Praia.

Os Exus, e mais precisamente muitas Pombagiras, podem também ser considerados eguns, ou seja,espíritos de mortos, alguns de biografia mítica bem popular.

alguns  autores  lançam "biografias" de  exus e pombagiras, devem ser vistas com reservas,pois existem entidades homonimas (com o mesmo nome)   e  a  vida      de de exu tranca-rua de um filho e´  diferente da de outro .

 Embora sejam muitas as versões sobre a personagem Pombagira, ela sempre aparece relacionada à prostituição, como sugere esta cantiga:

-------------------------------------

Disseram que iam me matar
Na porta do cabaré
Passei a noite lá
E ninguém me matou

--------------------------------------------------------------

Seu caráter de entidade perigosa e feiticeira, com a qual se deve tomar muito cuidado, também é

sempre marcado:

----------------------------

Pombagira é a mulher de sete maridos

não mexa com ela,

Ela é um perigo 

Pomba-gira girou
Pomba-gira girou no congá da Bahia
Pomba-gira vem de longe
pra fazer feitiçaria 

-----------------------------------------------------

Pombagira vem sempre para trabalhar e trabalhar contra aqueles que são seus inimigos e inimigos de seus devotos. Ela considera seus amigos todos aqueles que a procuram necessitando seus favores e que sabem como agradecer-lhe e agradá-la. Deve-se presentear Pombagira com coisas que ela usa no terreiro, quando incorporada: tecidos sedosos para suas roupas nas cores vermelho e preto, perfumes, jóias e bijuterias, champanhe e outras bebidas, cigarro, cigarrilha e piteiras, rosas vermelhas   abertas  além das oferendas de obrigação, os animais sacrificiais (sobretudo no candomblé) e as de despachos deixados nas encruzilhadas,   cemitérios e outros locais, a depender do trabalho que se faz, sempre iluminado pelas velas vermelhas, pretas e, às vezes, brancas.

Para se ser amigo e devoto de Pombagira é preciso ter uma causa em que ela possa trabalhar, pois é o

feitiço que a fortalece e lhe dá prestígio:

---------------------------------------------

Demandas ela não rejeita

Ela gosta de demandar

Com seu garfo formoso

Seus inimigos gosta de espetar,

Eu quero filho pra defender

E amigos pra espetar

Eu é Rainha das Sete Encruzilhadas

É lá que eu faço a minha morada,

-----------------------------------------------------------------------

Não há mãe-de-santo ou pai-de-santo que admita trabalhar para o mal. O mal, quando acontece, é sempre uma conseqüência do bem, pois as situações que envolvem os Exus são sempre situações contraditórias . Se uma mulher está apaixonada por um homem comprometido e procura ajuda no terreiro, a única responsabilidade da mãe-de-santo e da Pombagira é a de atender à súplica de quem faz o pedido. Se a outra mulher tiver que ser abandonada, a culpa é dela mesma, que não procurou a proteção necessária, não tendo assim propiciado as entidades que a deveriam defender. Quando duas ou mais pessoas estão engajadas em pólos opostos de uma disputa, declara-se acirrada demanda (disputa, guerra) entre os litigantes humanos e seus protetores sobrenaturais. As demandas que envolvem questões amorosas são um campo específico de atuação da Pombagira. Questões de bem e de mal são irrelevantes:

-----------------------------

Ela é Maria Padilha
De sandalhinha de pau
Ela trabalha para o bem
Mas também trabalha para o mal

----------------------------------------------- 

Pombagira, como praticamente todas as entidades que baixam nos terreiros , sempre vêm para trabalhar, isto é, ajudar através da magia a quem precisa e busca ajuda. O conceito de "trabalho", isto é, uma prática mágica que interfere no mundo é central na umbanda e na construção de suas entidades . Há sempre um grande número de pontos-cantados que se   referem a esta "missão", como este:

----------------------------

É na banda do mar

É, é, é na Umbanda
Vem, vem da Quimbanda
Pombagira vem trabalhar

----------------------------------

Pombagira, entretanto, não vive só de feitiços, ela não vem só para "trabalhar". Nas grandes festas de Exu e Pombagira, especialmente nos terreiros de candomblé em que há o costume de se oferecer apenas uma grande festa anual para essas entidades, Pombagira vem para se divertir, dançar e ser apreciada e homenageada, conforme o padrão do culto aos orixás, os quais jamais dão consultas, conselhos ou receitas de cura durante o transe de possessão. Um toque de Pombagira sempre tem um tom de festa e diversão, apesar do clima geralmente sombrio e das expressões muito estereotipadas do transe.


É assim que Pombagira se expressa nessas ocasiões:

--------------------------------------------------

Com meu vestido vermelho

Eu venho pra girar

Com meu colar, brinco e pulseira

Eu venho pra girar

Eu uso os melhores perfumes
Para a todos agradar
Eu sou a Pomba-gira

Eu venho pra girar

Este é o meu destino O meu destino é este É me divertir

Bebo, fumo, pulo e danço

Pra subsistir

Assim cumpro o meu destino

Que é me divertir 

---------------------------------------

Sempre se diz que quem é amigo de Pombagira alcança todos os seus favores, mas quem é seu inimigo corre sempre sério risco. Daí, é muito freqüente, entre os adeptos, atitudes de medo e respeito para com Pombagira, mesmo quando dela não se pretende qualquer favor:

-------------------------

Quem não me respeitar
Oi, logo se afunda
Eu sou Maria Padilha
Dos sete cruzeiros da calunga

Quem não gosta de Maria Padilha
Tem, tem que se arrebentar
Ela é bonita, ela é formosa
Oh! bela, vem trabalhar .





---------------------------------------------------------
            III: O que Pombagira pode fazer pelos mortais?


Favores e oferendas Pode-se pedir de tudo a Pombagira, como a qualquer divindade ou entidade afro-brasileira, mas sua fama está muito colada às questões de afeto, amor e sexualidade. Quando se recorre a Pombagira, busca-se o conforto de três maneiras: 1) consultando-se com ela durante uma gira ou toque em que ela está presente pelo transe, em sessões que ocorrem muito tarde da noite, geralmente às quartas-feiras; 2) em contato com ela em sessão reservada, geralmente à tarde, quando o terreiro oferece consultas privadas; 3) tendo o pai ou mãe-de-santo como intermediador, podendo eles usar o jogo de búzios, o oráculo dos orixás (ver Capítulo II), o que acontece quando se trata de terreiro mais próximo de práticas do candomblé. A um pedido sempre corresponde algum tipo de oferenda. Vejamos, a título de ilustração, três fórmulas para se alcançarem favores de Pombagira. muitos terreiros de umbanda praticamente eliminaram o sacrifício ritual, por isso Pombagira tem sua "dieta" limitada aos seguintes alimentos: farofa de farinha de mandioca com azeite de dendê e pimenta, que é o padê, comida predileta de Exu; farofa de farinha de mandioca com mel; aguardente, vinho branco ou champanhe (cidra, uma espécie de champanhe feita de maçã); carne crua com azeite de dendê e pimenta; farofa com carne-seca desfiada e pimenta; coração de boi assado na brasa, com sal e pimenta. No candomblé, entretanto, Pombagira recebe sacrifício votivo de galinhas pretas e, quando se pretende atingir objetivos mais difíceis, de cabras pretas e novilhas. Na umbanda a oferenda de alimento preferencialmente vai para um lugar fora do terreiro (encruzilhada, praia etc.), mas no candomblé as comidas são depositadas ao "pé da Pombagira", isto é, junto às suas representações materiais compostas de boneca de ferro ,imagens de gesso (geralmente com chifres e rabo, como o diabo), tridentes arredondados de ferro, lanças de ferro e correntes (elementos presentes também nos pontos-riscados), representações que permanecem guardadas, longe dos olhos dos não-iniciados, nas dependências reservadas para o culto de Exu. Descobrir qual é a oferenda certa para agradar Pombagira, e assim conseguir o favor almejado, representa sempre um grande desafio para os pais e mães-de-santo que presidem os cultos. O prestígio de muitos deles vem da fama que alcançam por serem considerados, por seguidores e clientes, bons conhecedores das fórmulas corretas para esse agrado. 


4: O mundo de Pomba-gira e dos Exus e o mundo dos homens Se tanto os Exus masculinos como os variadíssimos nomes, formas e invocações de Pombagira, o Exu-Mulher, no dia-a-dia dos terreiros este dado tem importância muito secundária. Esses" diabos" nem são tão maus e nem seu culto soa estranho para os fiéis. Penso que ninguém se imagina fazendo alguma coisa errada ao invocar, receber em transe, cultuar ou simplesmente interagir com Pombagira. Quando um devoto invoca Exu e Pombagira, dificilmente ele tem em mente estar tratando com divindades diabólicas que impliquem qualquer aliança com o inferno e as forças do mal. Na verdade, o que se  observa é uma grande intimidade com os Exus, a ponto de os fiéis a eles se referirem carinhosamente e muito intimamente como "os compadres" "comadres." e outros termos carinhosos. Nos terreiros de umbanda e nos candomblés que cultuam essas entidades, a concepção mais generalizada de Pombagira, é de que se trata de uma entidade muito parecida com os seres humanos. Ela teria tido uma vida passada que espelha certamente uma das mais difíceis condições humanas: a prostituição. Mas é justamente essa condição que permitiu a ela um total conhecimento e domínio de uma das mais difíceis áreas da vida das pessoas comuns, que é a vida sexual e o relacionamento humano fora dos padrões sociais de comportamento aceitos e recomendados. Assim, acredita-se que Pombagira é dotada de uma experiência de vida real e muito rica que a maioria dos mortais jamais conheceu, e por isso seus conselhos e socorros vêm de alguém que é capaz, antes de mais nada, de compreender os desejos, fantasias, angústias e desespero alheios. Pombagira representa uma espécie de recuperação brasileira de forças e características de divindades africanas que, no Brasil, no contato com a civilização católica, teriam passado por um processo de "cristianização". Ocorreu tambem às Grandes Mães, as poderosas e temidas Iyami Oshorongás dos Ioruba, quase esquecidas no Brasil, e a Iemanjá, que ao se aclimar no Novo Mundo perdeu muito de seus traços originais, se tornando branca e europeia. Com Pombagira, no plano do ritual que é desenvolvido para se atuar no governo do cotidiano, assegura-se o acesso às dimensões mais próximas do mundo da natureza, dos instintos, aspirações e desejos inconfessos, o que estou chamando aqui de as faces inconfessas do Brasil. O culto de Pombagira revela, de modo muito explícito esse lado "menos nobre" da concepção popular de mundo e de agir no mundo entre nós, o que é muito negador dos estereótipos de brasileiro cordial, bonzinho, solidário e pacato. Com Pombagira guerra é guerra, salve-se quem puder. Devemos no lembrar que as religiões afro-brasileiras são religiões que aceitam o mundo como ele é. Este mundo é considerado o lugar onde todas as realizações pessoais são moralmente desejáveis e possíveis. O bom seguidor das religiões dos orixás deve fazer todo o possível para que seus desejos se realizem, pois é através da realização humana que os deuses e entidades , ficam mais fortes, e podem assim mais nos ajudar. Esse empenho em ser feliz não pode se enfraquecer diante de nenhuma barreira, mesmo que a felicidade implique o infortúnio do outro. De outro lado, o código de moralidade dessas religiões, se é que é possível usar aqui a idéia de moralidade, estabelece uma relação de lealdade e de reciprocidade entre o fiel e suas entidades divina ou espirituais, nunca entre os homens como comunidade solidária . Na própria constituição dessas religiões no Brasil, o culto dos ancestrais (egunguns) como a dimensão religiosa controladora da moralidade, tal como na África de então e sobretudo nas regiões de cultura iorubá, foi em grande parte perdido, primeiro porque a moralidade no mundo escravista estava sob o controle estrito do mundo do branco, com sua religião católica, esta sim a grande fonte de orientação do comportamento; segundo porque a escravidão desagregava a família e destruía as referências tribais e do clã, essenciais no culto do ancestral egungun. Vingou, das religiões negras originárias, o culto dos orixás (e voduns e inquices, estes diluídos e substituídos pelos orixás), centrado na pessoa e na idéia já contemporânea de reforçamento da individualidade através do sacrifício iniciático, no candomblé, e depois pela troca clientelística, na umbanda. De fato, as religiões afro-brasileiras espelham muito as condições históricas de sua formação: religiões de subalternos (primeiro os escravos, depois os negros livres marginalizados, mais tarde os pobres urbanos) que se formam também como religiões subalternas, isto é, no mínimo, religiões tributárias do catolicismo, que até hoje, em grande medida, aparece como a religião que dá identidade aos seguidores dos cultos afro-brasileiros. Quando as religiões dos orixás e voduns eram religiões de grupos negros isolados (mais ou menos até 40 ou 50 anos atrás), o catolicismo, além de ser a face voltada para o mundo branco exterior, dominante e ameaçador, era ele também o elemento que, tendo o sincretismo como instrumento operador, rompia com esse isolamento sócio-cultural para fazer de todos, mais que negros, participantes de uma identidade nacional: ser brasileiro. Mais tarde, quando as religiões afro-brasileiras romperam com as barreiras de cor, geografia e origem, produzindo-se suas novas modalidades de caráter universalizado, agora religiões para todos, independente de cor e geografia, ainda que estes todos sejam majoritariamente os pobres, a persistência do sincretismo católico passou a indicar uma dependência estrutural dessas religiões para com as fontes axiológicas mais gerais referidas à sociedade brasileira. Ainda é o catolicismo que diz o que é certo e o que é errado quando se trata de se pensar a relação com o outro. Quando se busca, contudo, romper momentaneamente com o código do que é certo e errado, as religiões afro-brasileiras não têm nenhuma objeção a apresentar, desde que se preservem as prerrogativas das divindades. Mas a ruptura só pode ser momentânea e em casos particulares, mesmo porque qualquer ruptura definitiva acarretaria uma separação não somente no âmbito da religião, mas no domínio mais geral da vida em sociedade. Não é de se estranhar, portanto, que o culto a Pombagira faça parte do lado mais escondido das religiões afro-brasileiras, que é conhecido sobretudo pelo nome de quimbanda, pois as motivações básicas do culto também pertencem a dimensões do indivíduo muito encobertas pelos padrões de moralidade da sociedade ocidental- cristã. Nem é de se estranhar que tenha sido a umbanda que melhor desenvolveu esta entidade, pois foi a umbanda, como movimento de constituição de uma religião referida aos orixás e aos pactos de troca entre homem e divindade e ao mesmo tempo preocupada em absorver a moralidade cristã, que separou o bem do mal, sendo portanto, obrigada a criar panteões separados para dar conta de cada um. Mas se, formalmente, a umbanda separou o mundo dos "demônios", ela nunca pôde dispor deles nem tratá-los como entidades das quais só nos cabe manter o maior afastamento possível, sob pena de perdição e danação eterna. Porque a umbanda nunca se cristianizou, ao contrário do que pode fazer entender a idéia de sincretismo religioso: ela reconhece o mal como um elemento constitutivo da natureza humana, e o descaracteriza como mal, criando todas as possibilidades rituais para sua manipulação a favor dos homens. Por tudo isto se diz que as religiões afro-brasileiras são religiões de liberação da personalidade, pois não faz parte nem de seu ideário nem de suas práticas rituais o acobertamento e aniquilamento das paixões humanas de toda natureza, por mais recônditas que sejam elas. Isto é exatamente o contrário do que pregam e exercitam as religiões pentecostais, que são o grande antagonista do candomblé e da umbanda nos dias de hoje, a ponto de declararem a estas uma espécie de guerra santa, que contamina, com intransigência e uso freqüente da violência física, as periferias mais pobres das grandes cidades brasileiras. Mas se as religiões afro-brasileiras são, neste sentido, liberadoras do indivíduo, o fato de elas supervalorizarem a relação homem-entidade e darem pouca importância aos valores de solidariedade e justiça social faz com que elas dotem seus seguidores de uma especial abordagem mágica e egoísta do mundo, desinteressando-os da possibilidade de ações no sentido de transformação do mundo e de uma conseqüente participação política importante, num contexto como o brasileiro, para a promoção de qualquer idéia mais sólida e solidária de liberdade . Na luta dos homens e mulheres brasileiros que procuram o mundo dos Exus para a realização de seus anseios mais íntimos - homens e mulheres que são em geral de classes sociais médias-baixas e pobres, quase sempre de pouca escolaridade e reduzida informação e para quem as mudanças sociais têm trazido pouca ou nenhuma vantagem real na qualidade de suas vidas - dona Pombagira representa sem dúvida uma importante valorização da intimidade de cada um, pois para Pombagira não existe desejo ilegítimo, nem aspiração inalcançável, nem fantasia reprovável. Como se existisse um mundo de felicidade, cujo acesso ela controla e governa, que fosse exatamente o contrário do frustrante mundo do nosso cotidiano.



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